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Boa noite, Sexta Feira, 29 de Agosto de 2014, Seja bem vindo(a)
Santo do dia: Martírio de São João Batista

Terço

A Oração do Rosário

As Quinze Promessas da Virgem Maria aos que rezarem o Rosário

Bênçãos do Rosário

Benefícios do Rosário

Orações do Rosário

Como rezar o Rosário

O terço

Mistérios Dolorosos

Mistérios Gloriosos

Mistérios Gozosos

Mistérios Luminosos

 

A Oração do Rosário

A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.

No ano 1365 fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.

A palavra Rosário significa 'Coroa de Rosas'. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário a rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante.

O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que sua mãe lhe pede. Em cada uma de suas aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.

O Rosário é composto de dois elementos: oração mental e oração verbal.

No Santo Rosário a oração mental é a meditação sobre os principais mistérios ou episódios da vida, morte e glória de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe.

A oração verbal consiste em recitar quinze dezenas (Rosário completo) ou cinco dezenas do Ave Maria, cada dezena iniciada por um Pai Nosso, enquanto meditamos sobre os mistério do Rosário.

A Santa Igreja recebeu o Rosário em sua forma atual em 1214 de uma forma milagrosa: quando a Virgem apareceu a Santo Domingo e o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores daquele tempo. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados.

 

As Quinze Promessas da Virgem Maria aos que rezarem o Rosário

1. Aqueles que rezarem com enorme fé o Rosário receberão graças especiais.

 

2. Prometo minha proteção e as maiores graças aos que rezarem o Rosário.

 

3. O Rosário é uma arma poderosa para não ir ao inferno: destrói os vícios, diminui os pecados e nos defende das heresias.

 

4. Receberá a virtude e as boas obras abundarão, receberá a piedade de Deus para as almas, resgatará os corações das pessoas de seu amor terreno e vaidades, e os elevará em seu desejo pelas coisas eternas. As almas se santificarão por meio do Rosário.

 

5. A alma que se encomendar a mim no Rosário não perecerá.

 

6. Quem rezar o Rosário devotamente, e tiver os mistérios como testemunho de vida, não conhecerá a desgraça. Deus não o castigará em sua justiça, não terá uma morte violenta, e se for justo, permanecerá na graça de Deus, e terá a recompensa da vida eterna.

 

7. Aquele que for verdadeiro devoto do Rosário não perecerá sem os Sagrados Sacramentos.

 

8. Aqueles que rezarem com muita fé o Santo Rosário em vida e na hora de sua morte encontrarão a luz de Deus e a plenitude de sua graça, na hora da morte participarão do paraíso pelos méritos dos Santos.

 

9. Livrarei do purgatório àqueles que rezarem o Rosário devotamente.

 

10. As crianças devotas ao Rosário merecerão um alto grau de Glória no céu.

 

11. Obterão tudo o que me pedirem mediante o Rosário.

 

12. Aqueles que propagarem meu Rosário serão assistidos por mim em suas necessidades.

 

13. Meu filho concedeu-me que todo aqueles que se encomendar a mim ao rezar o Rosário terá como intercessores toda a corte celestial em vida e na hora da morte.

 

14. São meus filhinhos aqueles que recitam o Rosário, e irmãos e irmãs de meu único filho, Jesus Cristo.

 

15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de profecia.

 

Bênçãos do Rosário

1. Os pecadores obtêm o perdão.

 

2. As almas sedentas são saciadas.

 

3. Os que estão atados vêem seus nós desatados.

 

4. Os que choram encontram alegria.

 

5. Os que são tentados encontram tranqüilidade.

 

6. Os pobres são socorridos.

 

7. Os religiosos são reformados.

 

8. Os ignorantes são instruídos.

 

9. Os vivos triunfam sobre a vaidade.

 

10. Os mortos alcançam a misericórdia por via de sufrágios.

 

Benefícios do Rosário

1. Nos eleva gradualmente ao perfeito conhecimento de Jesus Cristo.

 

2. Purifica nossas almas do pecado.

 

3. Permite-nos vencer nossos inimigos.

 

4. Facilita-nos a prática das virtudes.

 

5. Inflama-nos do amor de Jesus Cristo.

 

6. Obtém-nos de Deus toda classe de graças.

 

7. Proporciona a nós com o que pagar todas as nossas dívidas com Deus e com os homens.

 

Orações do Rosário

O Sinal da Cruz
Em nome do Pai, + e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

O Credo
Creio em Deus, Pai todo poderoso, criador do Céu e da terra. E em Jesus Cristo seu único Filho, Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos; foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

 

Pai Nosso
Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja vosso nome. Venha a nós o vosso reino. Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

 

Ave Maria
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto de vosso ventre Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém

 

Glória
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

 

Salve Rainha
Salve Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve. A vós bradamos degredados filhos de Eva. A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa: esses vossos olhos misericordiosos, a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto de vosso ventre. Ó clemente, Ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria! Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

 

Depois de cada dezena pode-se recitar a seguinte oração, como indicou a Santíssima Virgem Maria em Fátima:
"Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, e socorrei principalmente as que mais necessitarem da vossa misericórdia".

Como rezar o Rosário

Para recitar o Rosário com verdadeiro proveito deve-se estar em estado de graça ou pelo menos ter a firme resolução de renunciar o pecado mortal.

 

1. Segurando o Crucifixo, fazer o Sinal da Cruz e em seguida rezar o Credo.

 

2. Na primeira conta grande, recitar um Pai Nosso.

 

3. Em cada uma das três contas pequenas, recitar um Ave Maria.

 

4. Recitar um Glória antes da seguinte conta grande.

 

5. Anunciar o primeiro Mistério do Rosário do dia e recitar um Pai Nosso na seguinte conta grande.

 

6. Em cada uma das dez seguintes contas pequenas (uma dezena) recitar um Ave Maria enquanto se faz uma reflexão sobre o mistério.

 

7. Recitar um Glória depois das dez Ave Marias. Também se pode rezar a oração de Fátima.

 

8. Cada uma das seguintes dezenas é recitada da mesma forma: anunciando o correspondente mistério, recitando um Pai Nosso, dez Ave Marias e um Glória enquanto se medita o mistério.

 

9. Ao se terminar o quinto mistério o Rosário costuma ser concluído com a oração da Salve Rainha.

 

O Terço

O terço é a terça parte do rosário. É um conjunto de orações, de atos de amor, que fazemos meditando nos principais mistérios de nossa fé. São as rosas que por amor, oferecemos à Mãe de Deus.
O terço é um conjunto de Ave-Marias e Pai-Nossos. São cinqüenta Ave-Marias rezadas em grupo de dez, que se chamam Mistérios. Após cada Mistério segue um Pai-Nosso.

 

O Terço Gozoso(Segunda-feira e Sabado)

O primeiro ciclo, o dos “mistérios gozosos”, ou da alegria, caracteriza-se de facto pela alegria que irradia do acontecimento da Encarnação. Isto é evidente desde a Anunciação, quando a saudação de Gabriel à Virgem de Nazaré se liga ao convite da alegria messiânica: « Alegra-te, Maria ». Para este anúncio se encaminha a história da salvação, e até, de certo modo, a história do mundo. De facto, se o desígnio do Pai é recapitular em Cristo todas as coisas (cf. Ef 1, 10), então todo o universo de algum modo é alcançado pelo favor divino, com o qual o Pai Se inclina sobre Maria para torná-La Mãe do seu Filho. Por sua vez, toda a humanidade está como que incluída no fiat com que Ela corresponde prontamente à vontade de Deus.

Sob o signo da exultação, aparece depois a cena do encontro com Isabel, onde a mesma voz de Maria e a presença de Cristo no seu ventre fazem « saltar de alegria » João (cf. Lc 1, 44). Inundada de alegria é a cena de Belém, onde o nascimento do Deus-Menino, o Salvador do mundo, é cantado pelos anjos e anunciado aos pastores precisamente como « uma grande alegria » (Lc 2, 10).

Os dois últimos mistérios, porém, mesmo conservando o sabor da alegria antecipam já os sinais do drama. A apresentação no templo, de facto, enquanto exprime a alegria da consagração e extasia o velho Simeão, regista também a profecia do « sinal de contradição » que o Menino será para Israel e da espada que trespassará a alma da Mãe (cf. Lc 2, 34-35). Gozoso e ao mesmo tempo dramático é também o episódio de Jesus, aos doze anos, no templo. Vemo-Lo aqui na sua divina sabedoria, enquanto escuta e interroga, e substancialmente no papel d'Aquele que “ensina”. A revelação do seu mistério de Filho totalmente dedicado às coisas do Pai é anúncio daquela radicalidade evangélica que põe inclusive em crise os laços mais caros do homem, diante das exigências absolutas do Reino. Até José e Maria, aflitos e angustiados, « não entenderam » as suas palavras (Lc 2, 50). Por isso, meditar os mistérios gozosos significa entrar nas motivações últimas e no significado profundo da alegria cristã. Significa fixar o olhar sobre a realidade concreta do mistério da Encarnação e sobre o obscuro prenúncio do mistério do sofrimento salvífico. Maria leva-nos a aprender o segredo da alegria cristã, lembrando-nos que o cristianismo é, antes de mais, euangelion, “boa nova”, que tem o seu centro, antes, o seu mesmo conteúdo, na pessoa de Cristo, o Verbo feito carne, único Salvador do mundo.

 

 

1º Mistério - A Anunciação à Nossa Senhora. A humildade

O Anjo do SENHOR anunciou a Maria que Ela ia dar à luz um Filho. NOSSA SENHORA, admirada, compreendeu que para DEUS nada é impossível! No seu silêncio e na sua modéstia, exultou de alegria. DEUS para perdoar e redimir a humanidade de suas transgressões e deixar os meios para que todos pudessem alcançar a salvação, quis nascer e viver entre nós. Assim, escolheu na Terra uma MÃE, entre todas a mais Santa e a mais humilde, que assumiu dignamente e de modo perfeito a sua Divina Missão.

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2º Mistério - A Visitação à Sta. Isabel. A virtude da Caridade

Maria sabendo pelo Anjo, que Isabel sua prima estava grávida mesmo estando com adiantada idade, conversou com seus pais e José, seu noivo, sobre a necessidade de ajuda-la nos últimos três meses de gestação. No momento oportuno, quando passou uma caravana em Nazaré com destino a Jerusalém, Joaquim seu pai, foi em sua companhia até Jerusalém, enquanto Maria seguiu a pé os seis (6) quilômetros de Jerusalém a Ain Karin, onde morava a sua prima.

3º Mistério - O Nascimento de Nosso Senhor. O desapego ao material

Para cumprir a ordem do poder romano, José e Maria viajaram à Belém a fim de participar do recenseamento que estava sendo realizado em todas as regiões do Império. Todavia em face da grande quantidade de pessoas em Belém, não encontraram acomodações nas casas dos parentes e amigos, porque estavam ocupadas. Então se acomodaram numa gruta, que as vezes era utilizada como estrebaria. Limparam o recinto e providenciaram as acomodações, inclusive o berço para o bebê. Ali, afastados do burburinho da cidade, no silêncio da noite nasceu o Menino DEUS. Enquanto José admirado contemplava o nascimento miraculoso, Maria repleta de emoção, com ternura e muito amor, ergueu JESUS em seus braços e louvou o FILHO do PAI Eterno.

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4º Mistério - A Apresentação do Menino. O oferecimento de nosso ser ao Pai

Obedecendo as prescrições da Lei de Moisés, Maria e José levaram JESUS ao Templo para Apresenta-lo a DEUS PAI CRIADOR e também para a Purificação de Maria, embora NOSSA SENHORA tenha dado à luz de maneira sobrenatural. Do mesmo modo como o ESPÍRITO DE DEUS penetrou em seu interior e gerou JESUS, misteriosamente nasceu, respeitando o seu voto de virgindade perpétua . Por essa razão Ela não estava sujeita ao texto da Lei. Mas humildemente e num gesto de total obediência, se submeteu a Purificação legal. Simeão, um homem justo e piedoso, que levava consigo o ESPÍRITO SANTO, esperava a chegada do Messias. Quando viu José, Maria e o Menino DEUS no Templo, foi impulsionado a se aproximar e tomando JESUS nos braços, reconheceu nele o Messias e o louvou como o salvador do mundo.

5º Mistério - A perda no Templo. O Zelo Apostólico

Pela Lei Judaica a maioridade era alcançada pelos jovens aos 12 anos de idade. A festa da Páscoa dos 12 anos de JESUS foi na primavera do ano 7dC. Terminadas as cerimônias da Páscoa Judaica, as famílias voltaram em caravana para a sua cidade. Contudo, sem que José e Maria percebessem, JESUS permaneceu em Jerusalém. Depois de um dia de viagem, vendo que ELE não aparecia decidiram voltar. Assim, no dia seguinte, retornaram a Jerusalém e no terceiro dia, pela manhã O encontraram no Templo, entre os doutores da Lei, repletos de admiração pelas respostas diretas e com autoridade, que ELE lhes dava.

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O Terço Luminosos(Quinta-feira)

Passando da infância e da vida de Nazaré à vida pública de Jesus, a contemplação leva-nos aos mistérios que se podem chamar, por especial título, “mistérios da luz”. Na verdade, todo o mistério de Cristo é luz. Ele é a «luz do mundo» (Jo 8, 12). Mas esta dimensão emerge particularmente nos anos da vida pública, quando Ele anuncia o evangelho do Reino. Querendo indicar à comunidade cristã cinco momentos significativos – mistérios luminosos – desta fase da vida de Cristo, considero que se podem justamente individuar: 1º) no seu Baptismo no Jordão, 2º) na sua auto-revelação nas bodas de Caná, 3º) no seu anúncio do Reino de Deus com o convite à conversão, 4º) na sua Transfiguração e, enfim, 5º) na instituição da Eucaristia, expressão sacramental do mistério pascal.

Cada um destes mistérios é revelação do Reino divino já personificado no mesmo Jesus. Primeiramente é mistério de luz o Baptismo no Jordão. Aqui, enquanto Cristo desce à água do rio, como inocente que Se faz pecado por nós (cf. 2 Cor 5, 21), o céu abre-se e a voz do Pai proclama-O Filho dilecto (cf. Mt 3, 17 par), ao mesmo tempo que o Espírito vem sobre Ele para investi-Lo na missão que O espera. Mistério de luz é o início dos sinais em Caná (cf. Jo 2, 1-12), quando Cristo, transformando a água em vinho, abre à fé o coração dos discípulos graças à intervenção de Maria, a primeira entre os crentes. Mistério de luz é a pregação com a qual Jesus anuncia o advento do Reino de Deus e convida à conversão (cf. Mc 1, 15), perdoando os pecados de quem a Ele se dirige com humilde confiança (cf.Mc 2, 3-13; Lc 7, 47-48), início do ministério de misericórdia que Ele prosseguirá exercendo até ao fim do mundo, especialmente através do sacramento da Reconciliação confiado à sua Igreja (cf. Jo 20, 22-23). Mistério de luz por excelência é a Transfiguração que, segundo a tradição, se deu no Monte Tabor. A glória da Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai O acredita aos Apóstolos extasiados para que O « escutem » (cf. Lc 9, 35 par) e se disponham a viver com Ele o momento doloroso da Paixão, a fim de chegarem com Ele à glória da Ressurreição e a uma vida transfigurada pelo Espírito Santo. Mistério de luz é, enfim, a instituição da Eucaristia, na qual Cristo Se faz alimento com o seu Corpo e o seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho, testemunhando « até ao extremo » o seu amor pela humanidade (Jo 13, 1), por cuja salvação Se oferecerá em sacrifício.

Nestes mistérios, à excepção de Caná, a presença de Maria fica em segundo plano. Os Evangelhos mencionam apenas alguma presença ocasional d'Ela no tempo da pregação de Jesus (cf.Mc 3, 31-35; Jo 2, 12) e nada dizem de uma eventual presença no Cenáculo durante a instituição da Eucaristia. Mas, a função que desempenha em Caná acompanha, de algum modo, todo o caminho de Cristo. A revelação, que no Baptismo do Jordão é oferecida directamente pelo Pai e confirmada pelo Baptista, está na sua boca em Caná, e torna-se a grande advertência materna que Ela dirige à Igreja de todos os tempos: « Fazei o que Ele vos disser » (Jo 2, 5). Advertência esta que introduz bem as palavras e os sinais de Cristo durante a vida pública, constituindo o fundo mariano de todos os “mistérios da luz”.

 

 

1º Mistério - Contemplamos o Batismo de JESUS no Rio Jordão

JESUS deixou Nazaré e foi ao encontro de João Batista na Betânia Transjordana, ou seja, do outro lado do rio Jordão, onde João acolhia o povo com um Batismo de Penitência , preparando e purificando as pessoas, a fim de que pudessem receber dignamente o Messias. João não quis Batizar JESUS, porque sabia que ELE não tinha nenhum pecado. Anualmente, José e Maria visitavam Isabel e Zacarias, pais de Batista, em Ain Karin, onde eles moravam, por ocasião das principais Festas Judaicas: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos, e juntos participavam delas no Templo em Jerusalém. Ocasião em que JESUS estava sempre na companhia de João Batista, que era seu primo em segundo grau. Os dois se conheciam muito bem. Por isso Batista conhecia o caráter e a santidade DELE e por essa razão, não queria batiza-LO. Mas, em face da insistência do SENHOR, Batista batizou-O. Com este gesto, JESUS demonstrou uma profunda obediência ao SANTO PAI e revelou a grandeza de seu infinito Amor pela humanidade. Depois de batizado, os Céus se abriram e o ESPÍRITO SANTO sob a forma de uma pequena pomba branca, desceu sobre ELE, ao tempo em que todos ouviram uma voz vinda dos Céus, dizendo: "Este é o Meu FILHO Amado em quem coloquei toda a minha complacência". (Mt 3,17) Aquele mesmo que humildemente foi imerso nas águas do Jordão como um pecador, delas saiu glorificado, ungido e testemunhado pelo ESPÍRITO SANTO e anunciado pelo SANTO PAI.

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2º Mistério - Contemplamos JESUS nas Bodas de Caná quando realizou o Primeiro Milagre

Convidado para um Casamento em Caná, da Galileia, compareceu em companhia de alguns Discípulos. Lá encontrou-se com MARIA, sua MÃE. NOSSA SENHORA delicadamente observou que o vinho estava terminando. Era uma situação muito embaraçosa para os noivos e seus pais. Junto de seu FILHO, maternalmente cochichou em seu ouvido: "Eles não tem vinho". (Jo 2,3) JESUS embora tivesse observado, respondeu que sua "hora" ainda não tinha chegado. MARIA entretanto, que conhecia profundamente o sentimento de JESUS, sabia que ELE não ia permitir a consumação daquele acontecimento desagradável, por isso Ela chamou os serventes e lhes disse: "Fazei tudo o que ELE vos disser". (Jo 2,5) Então, ELE mandou os serventes encher com água seis talhas de barro que eram usadas para a purificação dos judeus e mandou os serventes entrega-las ao mestre de cerimônias, que administrava o banquete de núpcias. Ao recebe-las, ficou admirado vendo aquelas seis talhas cheias com um vinho de qualidade muito especial. Quis saber de onde vinha, mas por ordem de JESUS, os servos se calaram.

3º Mistério - Contemplamos JESUS anunciando o Reino de DEUS com o convite a Conversão

JESUS se fez ouvir nas sinagogas dos judeus, nas ruas, nas praças do mercado e em locais distante da povoação, sempre com uma linguagem simples e fácil, que encantava a todos. Explicava os textos sagrados de modo autêntico e com uma autoridade, que os escribas e fariseus estavam muito longe de a possuir. E para confirmar suas Palavras, mesmo contra a sua própria natureza discreta, a medida que fazia o bem, ficava em evidência com a quantidade notável de exorcismos que operava e a imensidão de milagres que realizou; curando doentes de todos os males, recuperando a visão aos cegos, dando movimento normal aos paralíticos e coxos, limpando os leprosos deixando-os com a pele como bebê, inclusive ressuscitando mortos, provando que DEUS estava com ELE. E fez todas estas coisas por amor, convidando o povo a aproximar-se DELE e viver fraternalmente como irmãos. Tudo ELE fazia por Amor a humanidade e para agradar ao misericordioso Coração do SANTO PAI.

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4º Mistério - Contemplamos JESUS na sua Transfiguração

JESUS levou Pedro, Tiago Maior e João ao MonteTabor e junto deles, foi Transfigurado pelo SANTO PAI: "O seu rosto resplandeceu como o sol e as suas vestes tornaram-se alvas como a luz". (Mat 17,2) Ao lado de JESUS transfigurado apareceram Moisés e Elias. Pedro logo falou: "SENHOR, é bom estarmos aqui. Se queres levantarei aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e uma para Elias". Ainda estava falando quando uma nuvem luminosa os cobriu e ouviu-se uma voz que disse: "Este é o Meu FILHO amado, em quem Me comprazo, ouvi-o sempre" (Mt 17,5). Quando dissipou a nuvem só viram JESUS, não havia mais ninguém. JESUS transfigurado se apresenta como o novo Moisés que encontra DEUS sobre um novo Monte Sinai (o Monte Tabor). E se apresentou testemunhado por dois personagens do Antigo Testamento que tiveram o privilégio de revelações no Monte Sinai. Moisés e Elias personificavam a Lei e os Profetas que JESUS viera cumprir. E a voz do SANTO PAI ordenava que LHE dessem ouvidos como ao novo Moisés, e os Discípulos prostraram-se reverentes diante do Mestre. Quando a Aparição terminou, JESUS ficou só, porque como doutor da Lei perfeita e definitiva, somente ELE bastava.

5º Mistério - Contemplamos JESUS instituindo a Sagrada Eucaristia na Última Ceia em Jerusalém

Em companhia dos doze Apóstolos, JESUS estava no Cenáculo em Jerusalém, celebrando a Páscoa dos Judeus, que para ELE, seria a Última Ceia. Tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles dizendo: "Isto é o Meu Corpo que é dado por vós. Fazei isto em memória de Mim." E depois de comer, colocou vinho no cálice e fez o mesmo, dizendo: "Este Cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue, que será derramado em favor da humanidade de todas as gerações." (Lc 22,19-20) O SENHOR disse Nova Aliança, porque como outrora no Sinai, o sangue das vítimas selou a Aliança de JAVÉ DEUS com o povo judeu, assim agora, sobre a Cruz, o Sangue da Vítima Perfeita, JESUS, ia selar a Nova Aliança entre DEUS e a humanidade de todas as gerações. E o SENHOR afirmou: " Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue tem a vida eterna e EU o ressuscitarei no último dia." (Jo 6,54) E depois acrescentou: "Pois a Minha Carne é verdadeira comida e o Meu Sangue verdadeira bebida. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue, permanece em MIM e EU nele." (Jo 6,55-56)

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Mistérios Dolorosos(Terça-feira e Sexta-feira)

Os Evangelhos dão grande relevo aos mistérios da dor de Cristo. A piedade cristã desde sempre, especialmente na Quaresma, através do exercício da Via Sacra, deteve-se em cada um dos momentos da Paixão, intuindo que aqui está o ápice da revelação do amor e a fonte da nossa salvação. O Rosário escolhe alguns momentos da Paixão, induzindo o orante a fixar neles o olhar do coração e a revivê-los. O itinerário meditativo abre-se com o Getsémani, onde Cristo vive um momento de particular angústia perante a vontade do Pai, contra a qual a debilidade da carne seria tentada a revoltar-se. Ali Cristo põe-Se no lugar de todas as tentações da humanidade, e diante de todos os seus pecados, para dizer ao Pai: « Não se faça a minha vontade, mas a Tua » (Lc 22, 42 e par). Este seu “sim” muda o “não” dos pais no Éden. E o quanto Lhe deverá custar esta adesão à vontade do Pai, emerge dos mistérios seguintes, nos quais, com a flagelação, a coroação de espinhos, a subida ao Calvário, a morte na cruz, Ele é lançado no maior desprezo: Ecce homo!

Neste desprezo, revela-se não somente o amor Deus, mas o mesmo sentido do homem. Ecce homo: quem quiser conhecer o homem, deve saber reconhecer o seu sentido, a sua raiz e o seu cumprimento em Cristo, Deus que Se rebaixa por amor « até à morte, e morte de cruz » (Fil 2, 8). Os mistérios da dor levam o crente a reviver a morte de Jesus pondo-se aos pés da cruz junto de Maria, para com Ela penetrar no abismo do amor de Deus pelo homem e sentir toda a sua força regeneradora.

 

 

1º Mistério - Contemplamos a Oração ao SANTO PAI e a Agonia de JESUS no Horto

NOSSO SENHOR se ofereceu aos desígnios do PAI Eterno, que aceitou a oferta de sacrifício e a obediência de seu Divino FILHO, pela Redenção e Salvação da humanidade de todas as gerações. JESUS anteviu as acerbas e terríveis dores que LHE estavam reservadas, por causa de nossos pecados, de nossas transgressões, das misérias, sacrilégios, maldades e ingratidões da humanidade. Tão acabrunhadora foi esta visão que ELE suou sangue e abismou o seu espírito numa tristeza mortal. Mas afastou o desânimo e permaneceu de pé, corajosamente decidido a entregar a sua Vida na Cruz. Era a sua missão e para ela ELE tinha vindo, a fim de cumprir a vontade do SANTO PAI e alcançar a nossa Salvação.

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2º Mistério - Contemplamos a Flagelação de JESUS

Assumindo voluntariamente as nossas culpas e pecados, JESUS se sujeitou ao humilhante e vergonhoso castigo da flagelação, que era reservado aos escravos. Dois homens postados um de cada lado, despojou-o das vestes e o amarraram numa coluna do lado externo do Tribunal Romano. Munidos com um chicote especial usado pelos romanos, O açoitaram de maneira cruel e impiedosa, como se ELE fosse um malfeitor e um terrível bandido. ELE resistiu heroicamente aquele abominável suplício, mas o seu Divino Corpo ficou completamente dilacerado, de onde escorria o seu precioso Sangue.

3º Mistério - Contemplamos JESUS Coroado de Espinhos

Não satisfeitos com a flagelação, seus algozes levaram-NO para o Pretório, puseram-LHE uma capa escarlate e com zombarias, ajoelhavam diante DELE evocando o seu título de Rei. Escarnecendo e fazendo mofas, inventaram especialmente para ELE que era um Rei, uma Coroa de Espinhos e a colocaram em sua Cabeça. O feitio da Coroa cobria toda a calota craniana, desde a testa até a parte posterior, como se fosse uma boina. Repleta de pontas de espinhos a Coroa foi colocada com força, fazendo com que as afiadas pontas dos espinhos penetrassem fundo, na testa e no couro cabeludo, dilacerando e rasgando a sua carne, fazendo-a sangrar. E sempre pilheriando, colocaram um caniço na sua mão direita, era o cetro que não podia faltar ao Rei. E como JESUS não reagia, imprimiram maior violência, agora dando-LHE pontapés nas pernas, escarrando e cuspindo em seu Divino Rosto, além de socos brutais, ferindo e machucando o seu Corpo e a sua Sagrada Face.

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4º Mistério - Contemplamos JESUS carregando sua Cruz a caminho do Calvário

A Cruz é um antigo instrumento bárbaro de suplício, usado por vários povos para executar os condenados a morte. A parte vertical chama-se "estipe" e a horizontal "patíbulo". Deram a JESUS o patíbulo de sua Cruz , um grosso pau com cerca de 2,50 metros de comprimento, pesando aproximadamente 40 quilos. ELE o apoiou no ombro direito e sem manifestar qualquer aborrecimento pelo terrível suplício e os maus tratos recebido, abraçou a sua Cruz e seguiu o caminho em direção ao Calvário. Alguns gritavam imprecações e xingamentos contra ELE, enquanto outros, penalizados, choravam e lamentavam o seu sofrimento.

5º Mistério - Contemplamos a Crucificação e Morte de JESUS na Cruz

Chegando ao local da crucificação, JESUS vencido pelo cansaço caiu ao chão. Simão, o Cirineu, que carregava a sua Cruz, deixou-a a seu lado, enquanto os soldados crucificavam os dois ladrões que foram condenados em companhia DELE. Depois vieram a ELE, arrancaram-LHE a veste e pregaram primeiro a mão direita, enfiando com força, um cravo de ferro em seu pulso, enquanto o sangue jorrava dos vasos sanguíneos dilacerados pela brusca penetração. A seguir pregaram a mão esquerda do mesmo modo, com igual brutalidade. Engancharam o patíbulo no estipe e pregaram os seus pés no madeiro, o direito encima do esquerdo, atravessados por um único cravo de ferro. Agora ELE estava definitivamente pregado a sua Cruz, onde morreu para nos Salvar, derramando o seu sagrado Sangue sobre todas as gerações, num batismo precioso que nos Remiu perante o SANTO PAI e encheu-nos de graças, neutralizando a força do Pecado Original e dos Pecados subseqüentes.

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O Terço Glorioso(Quarta-feira e Domingo)

“A contemplação do rosto de Cristo não pode deter-se na imagem do crucificado. Ele é o Ressuscitado!”. O Rosário sempre expressou esta certeza da fé, convidando o crente a ultrapassar as trevas da Paixão, para fixar o olhar na glória de Cristo com a Ressurreição e a Ascensão. Contemplando o Ressuscitado, o cristão redescobre as razões da própria fé (cf. 1 Cor 15, 14), e revive não só a alegria daqueles a quem Cristo Se manifestou – os Apóstolos, a Madalena, os discípulos de Emaús –, mas também a alegria de Maria, que deverá ter tido uma experiência não menos intensa da nova existência do Filho glorificado. A esta glória, onde com a Ascensão Cristo Se senta à direita do Pai, Ela mesma será elevada com a Assunção, chegando, por especialíssimo privilégio, a antecipar o destino reservado a todos os justos com a ressurreição da carne. Enfim, coroada de glória – como aparece no último mistério glorioso – Ela resplandece como Rainha dos Anjos e dos Santos, antecipação e ponto culminante da condição escatológica da Igreja.

No centro deste itinerário de glória do Filho e da Mãe, o Rosário põe, no terceiro mistério glorioso, o Pentecostes, que mostra o rosto da Igreja como família reunida com Maria, fortalecida pela poderosa efusão do Espírito, pronta para a missão evangelizadora. No âmbito da realidade da Igreja, a contemplação deste, como dos outros mistérios gloriosos, deve levar os crentes a tomarem uma consciência cada vez mais viva da sua nova existência em Cristo, uma existência de que o Pentecostes constitui o grande “ícone”. Desta forma, os mistérios gloriosos alimentam nos crentes a esperança da meta escatológica, para onde caminham como membros do Povo de Deus peregrino na história. Isto não pode deixar de impelí-los a um corajoso testemunho daquela « grande alegria » que dá sentido a toda a sua vida.

 

 

1º Mistério - Contemplamos a Gloriosa Ressurreição de JESUS

As Santas Mulheres chegaram ao Sepulcro de JESUS e viram que estava aberto, com a grande pedra que o fechava deitada ao lado da entrada. Um Anjo que lá se encontrava falou: "Eis que houve um grande terremoto: pois o Anjo do SENHOR, descendo do Céu e aproximando-se, removeu a pedra e sentou-se sobre ela. O seu aspecto era como o do relâmpago e a sua roupa, alva como a neve. Os guardas tremeram de medo dele e ficaram como mortos". (enquanto JESUS ressuscitado subia aos Céus). "Não temais! Sei que estais procurando JESUS, o Crucificado. ELE não está aqui, pois ressurgiu, conforme havia dito. Vinde ver o lugar onde ELE jazia. Ide já contar aos Discípulos que ELE ressurgiu dos mortos, e que ELE vos precede na Galileia." (Mt 28,2-7)

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2º Mistério - Contemplamos a Ascensão de JESUS aos Céus

Após a Ressurreição JESUS apareceu a NOSSA SENHORA, a Pedro e aos Apóstolos. Quarenta dias após, reuniu-se com todos eles no Monte das Oliveiras, perto de Bethânia, e depois de prometer que lhes enviaria o ESPÍRITO SANTO, abençoou a cada um e elevou-se ao Céu, à vista de todos. "Subo ao meu PAI e vosso PAI; a meu DEUS e vosso DEUS." (Jo 20,17)

3º Mistério - Contemplamos a vinda do ESPÍRITO SANTO sobre NOSSA SENHORA e os Apóstolos

Por ocasião da Festa de Pentecostes, NOSSA SENHORA e os Apóstolos estavam reunidos em orações no Cenáculo, em Jerusalém. De súbito, ouviu-se um ruído como de um vento impetuoso, que encheu toda a sala e do alto, como línguas de fogo, desceu sobre cada um deles o ESPÍRITO SANTO. No mesmo instante, ficaram cheios de graças e de estímulo, revitalizados pela força e o poder de DEUS. Abrasados no Amor Divino, foram confirmados na fé e esclarecidos pelos dons de sabedoria e ciência, puderam compreender o mistério e a Obra de JESUS. Os Apóstolos e Maria deixaram o Cenáculo cientes da grandeza da missão que tinham que desempenhar, articulando, amparando e impulsionando a Igreja que acabava de nascer.

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4º Mistério - Contemplamos a Assunção de NOSSA SENHORA aos Céus

É Tradição cristã que aos 72 anos de idade, Maria despediu-se de sua vida terrestre. Morreu para os dias da Terra, mas foi transportada para os Céus, em Corpo e Alma, por um sonoro cortejo de Anjos. E nada mais natural que tenha sido assim, porque Maria teve a sua Conceição Imaculada, ou seja, nasceu preservada da influência nefasta do Pecado Original, além de estar cheia de graças pelo Altíssimo. Jamais cometeu o mais leve pecado, porque estava também protegida pelo ESPÍRITO SANTO, pelo fato de ter sido escolhida para MÃE do Redentor. Assim, concluída a sua missão terrestre, fechando os olhos para a morte, aconteceu como se fosse um "sono tranzitório", seu Corpo e sua Alma foram para o Céu. Aquele Corpo Imaculado não podia ser desfeito na sepultura, como um corpo qualquer.

5º Mistério - Contemplamos a Coroação de NOSSA SENHORA nos Céus

Uma música de indizível beleza formava uma atmosfera de arrebatamento e êxtase, que crescia com as vozes dos Anjos, Querubins, Serafins e de toda família celeste, que entoavam maravilhosos acordes com harmonia e perfeição, expressando júbilo e contentamento, pela chegada ao Céu de MARIA DE NAZARÉ. JESUS veio ao seu encontro e a conduziu a presença do CRIADOR. A música aumentou, o coro tornou-se mais vibrante e belo, as saudações se multiplicaram com maior intensidade, era o prenúncio de um clímax esperado e sonhado por todos. Os Arcanjos Gabriel, Miguel e Rafael, sorridentes, prevenidos e preparados para aquela ocasião especial, trouxeram uma maravilhosa coroa de ouro com belíssimas pedras preciosas incrustadas e a depositou nas mãos de DEUS, que segurando numa parte, ofereceu o outro lado à JESUS, e ambos coroaram MARIA SANTÍSSIMA, "Rainha do Céu e da Terra", ao mesmo tempo em que o ESPÍRITO SANTO, sob a forma de uma pequena pomba branca, deixava cair do alto em imensa profusão, uma esplendorosa luz que transluzia, que transparecia toda a sublimidade, toda a beleza e a infinita grandeza da Glória DIVINA.

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Fonte: Carta Apostólica - Rosarium Virgins Mariae, do Sumo pontífice João Paulo 2º.

 

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